Há tempos eu não ouvia Falling In Love do McFLY e de repente me peguei pensando em Por quê?
Decidi então acabar com isso e ouvir a música que eu tanto gostava e ainda gosto.
Logo que os primeiros versos começaram a ser tocados no player, entendi por que eu não queria ouvi-la. Ela me fazia lembrar dele. Lembrar de tudo o que aconteceu, de tudo o que foi dito, que foi vivido. Eu não queria chorar, mas segurar as lágrimas já era impossível para mim. Mesmo depois de tanto tempo, mesmo eu achando que meu amor por ele já era coisa do passado, eu sabia que ainda sentia algo, nem que esse algo fosse saudade.
Logo que os primeiros versos começaram a ser tocados no player, entendi por que eu não queria ouvi-la. Ela me fazia lembrar dele. Lembrar de tudo o que aconteceu, de tudo o que foi dito, que foi vivido. Eu não queria chorar, mas segurar as lágrimas já era impossível para mim. Mesmo depois de tanto tempo, mesmo eu achando que meu amor por ele já era coisa do passado, eu sabia que ainda sentia algo, nem que esse algo fosse saudade.
Lembranças invadiram a minha mente e eu já me controlava cada vez mais para não explodir num choro de desespero e decepção. Sinto saudade dele, das nossas conversas, da sua voz, da sua risada, das suas fotos, e do seu sorriso, que foi o que me conquistou.
Falling In Love era a música tema que eu escolhi praquilo que eu considerava ser um relacionamento. Um relacionamento que durou dois anos, oito meses e vinte e sete dias, e eu ainda não acredito que perdi tempo contando o quanto tempo tudo durou.
Sinto-me indiferente ainda em relação à esse assunto, mas estar na mesma cidade dele me deu um ar à deixar desejar de encontra-lo pelas esquinas de uma rua qualquer.
Poderia tomar a liberdade de querer voltar no passado, tentar resgatar a amizade e tentar manter o mínimo contato possível que eu possa ter, mas eu diria que não quero. Não quero isso pra mim. Não de novo.
Eu sinto saudade. Mas apenas saudade.
Saudade e nada mais.
Falling In Love era a música tema que eu escolhi praquilo que eu considerava ser um relacionamento. Um relacionamento que durou dois anos, oito meses e vinte e sete dias, e eu ainda não acredito que perdi tempo contando o quanto tempo tudo durou.
Sinto-me indiferente ainda em relação à esse assunto, mas estar na mesma cidade dele me deu um ar à deixar desejar de encontra-lo pelas esquinas de uma rua qualquer.
Poderia tomar a liberdade de querer voltar no passado, tentar resgatar a amizade e tentar manter o mínimo contato possível que eu possa ter, mas eu diria que não quero. Não quero isso pra mim. Não de novo.
Eu sinto saudade. Mas apenas saudade.
Saudade e nada mais.