Ele é como um imã: perto ou longe me atraí de qualquer forma.
Desde o primeiro momento em que o vi, ao acaso, bebendo água na primeira semana de aula de 2010, às 19h; depois na quadra, na hora do intervalo, às 21h; depois quando o adicionei no orkut; e quando começamos a conversar , timidamente, e até hoje, ainda me surpreendo com ele.
Suas atitudes, suas palavras, seus modos, seus planos, suas conversas, suas risadas, seus pensamentos...
Sei que pisei na bola com ele, que ele pisou na bola comigo, e sei também que algumas pessoas dizem que eu tenho que afastar dele por que ele é isso e aquilo, mas eu não consigo, e eu vejo nele uma pessoa sincera, da qual eu posso confiar e me "abrir" ou desabafar. Nós temos algumas coisas em comum, e eu acho que isso é o que me fez querer me aproximar ainda mais ele.
E ele deve ser uns... dois anos mais novo que eu.
Que engraçado.
Não sei como nosso "relacionamento" está nesse momento. Não sei se amizade por parte dele é verdadeira, mas que seja.
Há quanto tempo eu não ficava pensado em uma pessoa?
A última vez que eu me peguei pensando em alguém foi há muito, muito tempo atrás, e eu já nem imaginava mais ficar pensando em uma pessoa, ainda mais nos dias de hoje, ainda mais depois de tudo e das minhas experiências.
Mas eu pensei nele. E não foi por pouco tempo. Foi um dia inteiro. Um dia inteiro. Sabe o que é isso?
Ainda não me conformo com isso de ter ficado pensando nele. Não por ele, por que ele é fofo, tem uma cara de bebe, haha, e faz um biquinho e um sorriso meia boca que me faz paralisar, mas sim por mim, por que eu me estranho pensando em alguém.
Arriscar ou não? Prefiro esperar. Jogar o verde, parar, esperar... Mas talvez isso não seja muito bom, não é mesmo?
Um dia desses ele disse que sonhou comigo, que foi estranho, mas que foi legal.
Engraçado. Não é mera coincidência eu ter lembrado de um certo alguém, mas de qualquer forma, aquilo que ele disse foi uma sensação um pouco estranha pra mim.
Dúvida, seria o certo.
Será que era verdade? Será que era mentira? Será? Mesmo?
E sabe, fazem uns três dias que não nos falamos direito. E eu me peguei pensando, nele, de novo.
Oh, droga!
Eu preciso apanhar na cara.
